09/08/08

ai o &%#*€$!


Por muito tempo, e dado como adquirido, o facto de algumas pessoas aqui no norte usarem o palavrão como ponto final ou virgula. Mas agora, que já vivo há alguns anos por cá, tenho uma nova teoria do uso excessivo de palavrões. Quando querem dizer/falar de algo em que não sabem a palavra certa para o dizer, usam o palavrão. Tipo escapatória para o dialogo quando está sem saída.
Se falarem de futebol, quase não há palavrões.
Exemplo: "Na única sessão de treino marcada para hoje com vista à preparação para o particular de domingo com a Lazio, Jesualdo Ferreira conduziu o treino no Olival, no qual Lisandro esteve em gestão de esforço carago!"

Mas se for algo tipo politica mundial.
Exemplo: " Não é que o caralho lá filha da puta daquele país, o Ruanda-lá-o-caralho. Andam à catanadas a foder uns aos outro?"
A que o outro responde: "Fuoda-seeee!"

O mesmo acontece quando um jovem quer se declarar a uma jovem e está nervoso e não sabe como exprimir o seu amor por ela.
exemplo: " Oh minha... hum!? cona-boa. Que tal eu te dizer que dentro de mim...hum!? Está uma vontade enorme... caralho, foda-se, tás a ver caralho?

E quando se faz a pergunta sobre física quântica?
exemplo: "Qual é o problema do Autovalor e do Autovetor na sua mecânica
abstracta?"
A que responde: "Hum!?..." O resto já sabem.
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